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domingo, 10 de junho de 2012


Equoterapia

A hippoterapia é um método terapêutico que utiliza o cavalo dentro de uma abordagem interdisciplinar nas áreas de saúde e educação, buscando o desenvolvimento bio-psico-social das pessoas portadoras de deficiência física e/ou mental e/ou sensorial Equoterapia

O termo Equoterapia deriva do latim equus, que significa cavalo, e therapéia, que significa tratamento. Portanto, EQUOTERAPIA é um tratamento com auxílio do cavalo.

A Equoterapia é um método terapêutico que utiliza o cavalo dentro de uma abordagem interdisciplinar nas áreas da saúde, educação e equitação, buscando o desenvolvimento biopsicosocial de pessoas portadoras de deficiência física e/ou mental e/ou sensorial. Modalidade na qual o cavalo é o agente promotor de ganhos físicos e psicológicos.

Reconhecida como método terapêutico pelo Conselho Federal de Medicina desde 1997, a Equoterapia é a utilização do cavalo junto com uma equipe multiprofissional para o tratamento de indivíduos portadores de necessidades especiais.

Um dos programas da Equoterapia é denominado Hipoterapia, no qual o movimento tridimensional que o cavalo gera ao passo é usado como instrumento terapêutico no processo de reabilitação física por fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e fonoaudiólogos. Outro programa da Equoterapia é chamado Educação / Reeducação, onde psicólogos e psicopedagogos trabalham com dificuldades comportamentais ou de aprendizado. Os outros programas são Reeducação Eqüestre, Pré-esportivo e Hipismo Adaptado, onde o paciente é conduzido à prática esportiva adaptada.

Artigo completo...
http://www.fund-selma.org.br/modalidades.php#equoterapia


RESOLUÇÃO Nº. 139/1992 - Alterada pela Resolução 153/1993


RESOLUÇÃO Nº. 139, DE 28 DE NOVEMBRO DE 1992.


Dispõe sobre as atribuições do Exercício da Responsabilidade Técnica nos campos assistenciais da Fisioterapia e da Terapia Ocupacional e dá outras providências. (Alterada pela Resolução nº153/1993)
O Presidente do CONSELHO FEDERAL DE FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL, no exercício de suas atribuições e cumprindo o deliberação do Plenário em sua 61ª. Reunião Ordinária, realizada nos dias 17 e 18 de novembro de 1992, na conformidade com a competência prevista no inciso II do art. 5º., da Lei nº. 6.316 de 17/12/75,

CONSIDERANDO que entre outras atribuições privativas nos campos da Fisioterapia e da Terapia Ocupacional, compete ao Fisioterapeuta e/ou Terapeuta Ocupacional, conforme o tipo de assistência, dirigir ou assessorar técnicamente serviços próprios destes tipos de assistência, em instituições públicas ou privadas, de qualquer natureza, sob qualquer título;


CONSIDERANDO que o exercício da responsabilidade técnica exigida para os serviços de Fisioterapia e/ou Terapia Ocupacional, isolados ou alocados em clínicas, hospitais ou instituições outras, devem garantir que as práticas terapêuticas oferecidas a terceiros o sejam, dentro de critérios éticos e científicos válidos.


CONSIDERANDO que o responsável técnico tem obrigação de garantir a clientela, em seu respectivo campo de intervenção ético e científico, uma prática assistencial de validade científica comprovada, coerente com cada caso apresentado.

Saiba mais...
http://www.coffito.org.br/publicacoes/pub_view.asp?cod=1066&psecao=9

domingo, 3 de junho de 2012

Acessibilidade Virtual

Aspectos de acessibilidade em páginas Web consideram a variedade de contextos de interação que podem estar relacionados a diversos tipos de deficiência dos usuários


"A exclusão digital aprofunda a exclusão sócio-econômica. Toda a população deve ter garantido o direito de acesso ao mundo digital, tanto no âmbito técnico/físico (sensibilização, contato e uso básico) quanto intelectual (educação, formação, geração de conhecimento, participação e criação)" - Premissas Gerais sobre Inclusão Digital do "Governo Eletrônico".
Para ler o arquivo em formato pdf na íntegra, acesse http://www.governoeletronico.gov.br/

Aspectos de acessibilidade em páginas Web consideram a variedade de contextos de interação que podem estar relacionados a diversos tipos de deficiência dos usuários. Muitas vezes o usuário pode se encontrar nas
seguintes situações:
  • Pode não ser capaz de ver, ouvir, se mover ou processar certos tipos de informação;
  • Pode ter dificuldade de ler ou compreender texto;
  • Pode não ser capaz de operar o teclado ou o mouse;
  • Pode estar usando um monitor de texto que não processa imagens, ou um monitor pequeno;
  • Pode não entender com fluência a linguagem do documento;
  • Pode estar em uma situação onde o uso dos olhos, dos ouvidos ou das mãos podem estar comprometidas executando outra funçao que não a operação do browser;
  • Pode estar usando uma versão antiga de browser, um browser diferente, um sintetizador de voz ou um sistema totalmente customizado.

Uma página que atenda às recomendações de acessibilidade poderá ser apresentada sem prejuízos tanto para usuários com computadores comuns como para usuários que estejam interagindo a partir de um sintetizador de voz, de um mostrador em braille ou sem um monitor de vídeo.
  • Recomendações do W3C - World Wide Web Consortium
    As recomendações do W3C tratam principalmente da criação de páginas que garantam que seu conteúdo continuará acessível indepentende de limitações de versão de browser, de tecnologias ou das limitações impostas pela deficiência do usuário. Tornar o conteúdo compreensível e navegável significa tanto manter a linguagem clara e simples quanto oferecer mecanismos que facilitem a navegação entre as páginas e a compreensão da relação entre os elementos de uma mesma página.


  • Endereços de sites onde podem ser encontradas sugestões de páginas acessíveis e projetos de Inclusão Digital

    Ação Brasileira para a Acessibilidade (ABRA) http://www.acessibilidade.org.br/
    Página com legislação, normas técnicas e links para os principais fabricantes de softwares acessíveis

    Sociedade Digital http://www.sociedadedigital.org/
    Página com fóruns sobre direitos e deveres na Internet, acessibilidade, segurança na rede e desempenho web.

    http://www.bradesco.com.br/defvis.html
    Bradesco - Internet Banking para Deficientes Visuais. Possibilita ao deficiente visual operar sozinho um computador e interagir com o Bradesco através da Internet, fazendo consultas e todas as transações, mesmo as mais complexas, como transferências e pagamentos de contas.

    http://www.cisi.mct.pt/site/
    Site sobre a Sociedade da Informação em Portugal. Traz indicadores estatísticos internacionais e um manual para a construção de websites públicos
    acessíveis.
    Rede Europeia de Centros de Excelência em Desenho para Todos. http://www.eaccessibility.org/
    O Secretariado da Rede é atualmente coordenado pela Dinamarca. Em Portugal, o Centro de Contato ficou a cargo do Secretariado Nacional de Reabilitação e Integração das Pessoas com Deficiência.

    http://www.opera.com
    O navegador OPERA foi desenhado para uso de deficientes visuais.
    Com ele é possível, usando somente o teclado, navegar com ou sem imagens, ampliar a letra da tela e gerenciar a caixa de correio.
    O OPERA é gratuito e está disponível para download no site.
    Projeto de acessibilidade de alunos com deficiência visual da PUC-Campinas.
    http://www.ii.puc-campinas.br/oscar/carvalho98a.html
    Acessibilidade http://libra.niee.ufrgs.br/~proinesp/acessibilidade/
    Página com diversos referenciais teóricos, como os conceitos de "inteligência coletiva" e "nível de conformidade", e textos discutindo os princípios de acessibilidade do W3C.

    http://www.cast.org/bobby/
    Esse site contém um programa que é capaz de analisar se sua página html pode ser lida com facilidade ou não por um browser utilizado por pessoas com deficiência visual.
    Idioma: Inglês.

    http://www.acessibilidade.net/farol/
    Site português com depoimentos de portadores de deficiência e uma lista de sites voltados para a promoção da acessiblidade virtual, além de conteúdos relacionados com braille e linguagem gestual.

    http://www.aaate.org
    AAATE (Association for the Advancement of Assistive Technology in Europe). Esta associação européia foi criada com o objetivo de estimular o avanço das tecnologias de apoio para benefício das pessoas com deficiência e idosos.
    Idioma: Inglês.






    Filme retrata a transformação na vida do músico Marcelo Yuka
     
     
    Após ser exibido na França, o documentário "Marcelo Yuka no Caminho das Setas" retorna às terras brasileiras para ser apresentado no IN-EDIT - BRASIL (4º Festival Internacional do Documentário Musical), que acontece em São Paulo (de 01 de junho a 10 de Junho) e em Salvador (de 14 de junho a 21 de junho). A sessão do filme é aberta ao público gratuitamente.
    Dirigido pela documentarista Daniela Broitman, o filme retrata a transformação na vida do músico Marcelo Yuka, que estava no auge do sucesso como compositor, baterista e líder da banda O Rappa – uma das principais na cena pop rock dos anos 90. Mas aos 34 anos, 9 tiros num assalto no Rio de Janeiro o colocaram numa cadeira de rodas. O documentário é um mergulho nesta transformação de Yuka desde o incidente, em 2000, que revela sua irreverência e complexidade como homem, artista e ativista. Enquanto luta por sua saúde física e espiritual, ele se arrisca em novas sonoridades e segue as setas numa incessante busca por justiça social e paz.
     
     

    segunda-feira, 28 de maio de 2012

    Lesão Medular
    Introdução

    A lesão medular traumática ocorre quando um evento traumático, como o associado a acidentes automobilísticos ou motociclísticos, mergulho, agressão com arma de fogo ou queda resulta em lesão das estruturas medulares interrompendo a passagem de estímulos nervosos através da medula. A lesão pode ser completa ou incompleta. A lesão é completa quando não existe movimento voluntário abaixo do nível da lesão e é incompleta quando há algum movimento voluntário ou sensação abaixo do nível da lesão.
    A medula pode também ser lesada por doenças (causas não traumáticas), como por exemplo, hemorragias, tumores e infecções por virus.
     
     
    A Medula Espinhal
    O sistema nervoso central é formado pela medula espinhal e pelo encéfalo. A medula é constituída por células nervosas (neurônios) e por longas fibras nervosas chamadas axônios, que são prolongamentos dos neurônios e formam as vias espinhais. As vias descendentes conduzem sinais gerados no cérebro relacionados com o movimento e o controle visceral (sistema nervoso autônomo). As vias ascendentes conduzem sinais relacionados com a sensibilidade que são gerados na periferia e são levados para o cérebro. Muitos dos axônios são envolvidos por bainhas que contêm uma substância complexa constituída por gordura, chamada mielina, que permite que a condução dos estímulos nervosos seja mais rápida. Os neurônios estão localizados na parte mais central da medula, na substância cinzenta medular, que tem a forma de uma borboleta. Os neurônios localizados nas porções mais posteriores são relacionados com a sensibilidade e os localizados nas porções anteriores, os neurônios motores inferiores, são relacionados com o movimento.

    Manifestações Clínicas
    Nas lesões medulares completas, há paralisia, perda de todas as modalidades sensitivas (tátil, dolorosa, para temperatura, pressão e localização de partes do corpo no espaço) abaixo da lesão e alteração do controle esfincteriano (urinário e fecal). As lesões cervicais altas determinam tetraplegia (paralisia dos quatro membros). Na tetraplegia, a insuficiência respiratória é freqüente, devido ao comprometimento do nervo que comanda a contração do diafragma (nervo frênico). Nas lesões cervicais baixas, observa-se paralisia dos membros inferiores e das mãos. Nas torácicas, a paralisia é de membros inferiores.

    Principais Causas de Lesão Medular Traumática
    Estudos epidemiológicos realizados nos Estados Unidos apontam, como principal causa de lesão medular traumática, os acidentes automobilísticos, responsáveis por cerca de 44 por cento dos casos, seguidos por agressão (24 por cento), quedas (22 por cento), lesões associadas a atividades esportivas (8 por cento) e outras causas (2 por cento).
    Nos últimos 10 anos a Rede SARAH de Hospitais atendeu 9.019 pacientes com sequela de lesão medular traumática. Em 37,2 por cento, a causa foi acidente de trânsito, em 28,7 por cento agressão com arma de fogo, em 16,8 por cento quedas, em 8,9 por cento mergulho e 8,5 por cento com outras causas.

    Artigo completo em :http://www.sarah.br/paginas/doencas/po/p_08_lesao_medular.htm




    Dicas para quando você encontrar uma pessoa com deficiência.

    Faça isso e você verá o quanto é importante e enriquecedor aprendermos a conviver com a diversidade!

    Muitas pessoas sem deficiências ficam confusas quando encontram uma pessoa com deficiência. Isso é natural. Todos nós podemos nos sentir desconfortáveis diante do "diferente". Esse desconforto diminui e pode até mesmo desaparecer quando existem muitas oportunidades de convivência entre pessoas com e sem deficiência.
    Não faça de conta que a deficiência não existe. Se você se relacionar com uma pessoa com deficiência como se ela não tivesse uma deficiência, você vai ignorar uma característica muito importante dela. Dessa forma, você não estará se relacionando com ela, mas com outra pessoa, uma que você inventou, que não é real.
    Aceite a deficiência. Ela existe e você precisa levá-la na sua devida consideração. Não subestime as possibilidades, nem superestime as dificuldades e vice-versa.
    Sempre que quiser ajudar, ofereça ajuda. Sempre espere sua oferta ser aceita antes de ajudar. Sempre pergunte a forma mais adequada para fazê-lo. Mas não se ofenda se seu oferecimento for recusado. Pois, nem sempre as pessoas com deficiência precisam de auxílio. Às vezes, uma determinada atividade pode ser mais bem desenvolvida sem assistência.
    Se você não se sentir confortável ou seguro para fazer alguma coisa solicitada por uma pessoa com deficiência, sinta-se livre para recusar. Neste caso, seria conveniente procurar outra pessoa que possa ajudar.

    Saiba mais...
    http://www.bengalalegal.com/lidar
    

    sábado, 26 de maio de 2012

    Transtornos da Coordenação Motora e da Aprendizagem
    Abordagem de Integração Sensorial

    A terapia de integração sensorial (IS) é um dos modelos de tratamento mais tradicionais e mais bem pesquisados da Terapia Ocupacional. Essa abordagem de tratamento parte dos trabalhos de A. Jean Ayres, terapeuta ocupacional norte-americana que procurou analisar a relação entre sensações corporais, mecanismos cerebrais e aprendizagem. Partindo de conceitos neurobiológicos, mas acrescentando sua visão de prática de terapeuta ocupacional, Ayres define integração sensorial como a habilidade inata para organizar, interpretar sensações e responder apropriadamente ao ambiente.
    Integração sensorial é o prcessamento e a organização de informações sensoriais para uso funcional, nas atividades e ocupações desempenhadas diariamente. Integração sensorial não é um processo estranho, que ocorre nos outros ou apenas em crianças com problemas de comportamento e / ou de aprendizagem. O cérebro está em constante processamento e respondendo as informações sensoriais: seja a temperatura do ambiente, os ruídos, a roupa que aperta em algum lugar, a dormência nas pernas que leva a mudar de posição, um cheiro diferente, a expressão facial e outros.
    O mundo é rico em pistas e sinais sensoriais que se não forem adequadamente organizados podem levar a perda do controle do comportamento.

    As disfunções de Integração Sensorial
    A proposta de Bundy divide as disfunções de IS em termos de transtornos de modulação. Esses transtornos são caracterizados por tendência a gerar respostas pouco graduadas em relação à intensidade e natureza do estímulo recebido, resultando em padrões de hiper-reação, hiporreação ou resposta flutuante. Os problemas mais comuns nessa área são:
    Falhas no registro sensorial.
    Tendência à procura de estímulos.
    Hiper-reação a estímulos (defensividade tátil, insegurança gravitacional e resposta aversiva ou intolerância ao movimento).

    Terapias e equipamentos utilizados


        Equipamentos suspensos.




    Espaço de Integração sensorial

    Fonte: Cavalcanti, Alessandra
    TERAPIA OCUPACIONAL: Fundamentação e Prática / Alessandra Cavalcanti, Cláudia Galvão - Rio de Janeiro : Guanabrara Koogan, 2007