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segunda-feira, 28 de maio de 2012

Lesão Medular
Introdução

A lesão medular traumática ocorre quando um evento traumático, como o associado a acidentes automobilísticos ou motociclísticos, mergulho, agressão com arma de fogo ou queda resulta em lesão das estruturas medulares interrompendo a passagem de estímulos nervosos através da medula. A lesão pode ser completa ou incompleta. A lesão é completa quando não existe movimento voluntário abaixo do nível da lesão e é incompleta quando há algum movimento voluntário ou sensação abaixo do nível da lesão.
A medula pode também ser lesada por doenças (causas não traumáticas), como por exemplo, hemorragias, tumores e infecções por virus.
 
 
A Medula Espinhal
O sistema nervoso central é formado pela medula espinhal e pelo encéfalo. A medula é constituída por células nervosas (neurônios) e por longas fibras nervosas chamadas axônios, que são prolongamentos dos neurônios e formam as vias espinhais. As vias descendentes conduzem sinais gerados no cérebro relacionados com o movimento e o controle visceral (sistema nervoso autônomo). As vias ascendentes conduzem sinais relacionados com a sensibilidade que são gerados na periferia e são levados para o cérebro. Muitos dos axônios são envolvidos por bainhas que contêm uma substância complexa constituída por gordura, chamada mielina, que permite que a condução dos estímulos nervosos seja mais rápida. Os neurônios estão localizados na parte mais central da medula, na substância cinzenta medular, que tem a forma de uma borboleta. Os neurônios localizados nas porções mais posteriores são relacionados com a sensibilidade e os localizados nas porções anteriores, os neurônios motores inferiores, são relacionados com o movimento.

Manifestações Clínicas
Nas lesões medulares completas, há paralisia, perda de todas as modalidades sensitivas (tátil, dolorosa, para temperatura, pressão e localização de partes do corpo no espaço) abaixo da lesão e alteração do controle esfincteriano (urinário e fecal). As lesões cervicais altas determinam tetraplegia (paralisia dos quatro membros). Na tetraplegia, a insuficiência respiratória é freqüente, devido ao comprometimento do nervo que comanda a contração do diafragma (nervo frênico). Nas lesões cervicais baixas, observa-se paralisia dos membros inferiores e das mãos. Nas torácicas, a paralisia é de membros inferiores.

Principais Causas de Lesão Medular Traumática
Estudos epidemiológicos realizados nos Estados Unidos apontam, como principal causa de lesão medular traumática, os acidentes automobilísticos, responsáveis por cerca de 44 por cento dos casos, seguidos por agressão (24 por cento), quedas (22 por cento), lesões associadas a atividades esportivas (8 por cento) e outras causas (2 por cento).
Nos últimos 10 anos a Rede SARAH de Hospitais atendeu 9.019 pacientes com sequela de lesão medular traumática. Em 37,2 por cento, a causa foi acidente de trânsito, em 28,7 por cento agressão com arma de fogo, em 16,8 por cento quedas, em 8,9 por cento mergulho e 8,5 por cento com outras causas.

Artigo completo em :http://www.sarah.br/paginas/doencas/po/p_08_lesao_medular.htm




Dicas para quando você encontrar uma pessoa com deficiência.

Faça isso e você verá o quanto é importante e enriquecedor aprendermos a conviver com a diversidade!

Muitas pessoas sem deficiências ficam confusas quando encontram uma pessoa com deficiência. Isso é natural. Todos nós podemos nos sentir desconfortáveis diante do "diferente". Esse desconforto diminui e pode até mesmo desaparecer quando existem muitas oportunidades de convivência entre pessoas com e sem deficiência.
Não faça de conta que a deficiência não existe. Se você se relacionar com uma pessoa com deficiência como se ela não tivesse uma deficiência, você vai ignorar uma característica muito importante dela. Dessa forma, você não estará se relacionando com ela, mas com outra pessoa, uma que você inventou, que não é real.
Aceite a deficiência. Ela existe e você precisa levá-la na sua devida consideração. Não subestime as possibilidades, nem superestime as dificuldades e vice-versa.
Sempre que quiser ajudar, ofereça ajuda. Sempre espere sua oferta ser aceita antes de ajudar. Sempre pergunte a forma mais adequada para fazê-lo. Mas não se ofenda se seu oferecimento for recusado. Pois, nem sempre as pessoas com deficiência precisam de auxílio. Às vezes, uma determinada atividade pode ser mais bem desenvolvida sem assistência.
Se você não se sentir confortável ou seguro para fazer alguma coisa solicitada por uma pessoa com deficiência, sinta-se livre para recusar. Neste caso, seria conveniente procurar outra pessoa que possa ajudar.

Saiba mais...
http://www.bengalalegal.com/lidar


sábado, 26 de maio de 2012

Transtornos da Coordenação Motora e da Aprendizagem
Abordagem de Integração Sensorial

A terapia de integração sensorial (IS) é um dos modelos de tratamento mais tradicionais e mais bem pesquisados da Terapia Ocupacional. Essa abordagem de tratamento parte dos trabalhos de A. Jean Ayres, terapeuta ocupacional norte-americana que procurou analisar a relação entre sensações corporais, mecanismos cerebrais e aprendizagem. Partindo de conceitos neurobiológicos, mas acrescentando sua visão de prática de terapeuta ocupacional, Ayres define integração sensorial como a habilidade inata para organizar, interpretar sensações e responder apropriadamente ao ambiente.
Integração sensorial é o prcessamento e a organização de informações sensoriais para uso funcional, nas atividades e ocupações desempenhadas diariamente. Integração sensorial não é um processo estranho, que ocorre nos outros ou apenas em crianças com problemas de comportamento e / ou de aprendizagem. O cérebro está em constante processamento e respondendo as informações sensoriais: seja a temperatura do ambiente, os ruídos, a roupa que aperta em algum lugar, a dormência nas pernas que leva a mudar de posição, um cheiro diferente, a expressão facial e outros.
O mundo é rico em pistas e sinais sensoriais que se não forem adequadamente organizados podem levar a perda do controle do comportamento.

As disfunções de Integração Sensorial
A proposta de Bundy divide as disfunções de IS em termos de transtornos de modulação. Esses transtornos são caracterizados por tendência a gerar respostas pouco graduadas em relação à intensidade e natureza do estímulo recebido, resultando em padrões de hiper-reação, hiporreação ou resposta flutuante. Os problemas mais comuns nessa área são:
Falhas no registro sensorial.
Tendência à procura de estímulos.
Hiper-reação a estímulos (defensividade tátil, insegurança gravitacional e resposta aversiva ou intolerância ao movimento).

Terapias e equipamentos utilizados


    Equipamentos suspensos.




Espaço de Integração sensorial

Fonte: Cavalcanti, Alessandra
TERAPIA OCUPACIONAL: Fundamentação e Prática / Alessandra Cavalcanti, Cláudia Galvão - Rio de Janeiro : Guanabrara Koogan, 2007









segunda-feira, 21 de maio de 2012

Loja virtual, confira as oportunidades de equipamentos e dispositivos para pessoas com deficiência.
http://www.cavenaghi.com.br//lojavirtual/default.asp

BB Crédito Acessibilidade

Em novembro/2011, a Presidenta Dilma Rousseff lançou o Viver sem Limite – Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência. Por meio de ações estratégicas em educação, saúde, inclusão social e acessibilidade em prol da promoção à cidadania e ao fortalecimento da participação da pessoa com deficiência na sociedade, da sua autonomia, eliminando barreiras e permitindo o acesso e o usufruto, em bases iguais, aos bens e serviços disponíveis a toda a população.
Características

Linha de crédito destinada ao financiamento de bens e serviços voltados para Pessoas com Deficiência.

Veja como contratar:
http://www.bb.com.br/portalbb/page17,19314,19314,0,0,1,1.bb
Programa de palestras “Meu filho tem autismo”

Tema: Inclusão e Escola
Dia 28 de Maio de 2012
Para participar basta levar um kg de alimento não perecível.
Saiba mais...
http://www.ama.org.br/site/pt/centro-de-conhecimento/palestras.html

quinta-feira, 17 de maio de 2012

ENTREVISTA

Isabel Fillardis

A atriz da Rede Globo desenvolve uma intensa luta em favor das pessoas com deficiência por meio de sua ONG "A Força do Bem"
Em entrevista a revista REAÇÃO a atriz fala sobre o filho com Síndrome de west.

REVISTA REAÇÃO - Como e quando foi a descoberta que seu filho tinha Síndrome de West? Você tinha alguma noção do que significava? Quais as características da Síndrome?
Isabel Fillardis - Quando Jamal estava para completar cinco meses, nosso pediatra na época nos encaminhou para um neuropediatra para uma investigação, por conta dos meus relatos e observações do comportamento dele. No mesmo dia da consulta, fizemos um exame chamado "vdeoeletroencefalograma". Esse exame "vê" o cérebro da criança e o comportamento no momento das crises ou espasmos. Foi tudo rápido e urgente, fui ficando aflita e, no fim do dia, recebemos o diagnóstico de West. Não entendi nada na hora, mas sabia que era algo grave. Quando Jamal nasceu, ele teve dificuldade de sugar, não sorria, não chorava, não se movimentava muito... e tinha uns "sustos" que já eram os espasmos (crises).

Acompanhe toda essa entrevista no site...
ONG